Mostrar mensagens com a etiqueta tutoriais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tutoriais. Mostrar todas as mensagens

26/11/11

Free CCNA WorkBook







Matthew George disponibiliza cerca de 100 laboratórios para rodar no GNS3 e mais de 50 videos sobre os assuntos cobrados no exame CCNA 640-802.


Para aqueles que querem sugestoes de labs para rodar no GNS3 e estao se preparando para prestar o exame CCNA, alem dos labs e videos gratuitos, estao disponiveis para download a topologia LAN e WAN usadas nos laboratórios do site.

   
 http://www.freeccnaworkbook.com/


Manual THC-Hydra

THC-Hydra
http://freeworld.thc.org
26-11-2011



Autor : MrTcp

O THC-Hydra é uma ferramenta para ataques de força-bruta (brute-force) para vários protocolos de rede actualmente são suportados os protocolos listados em baixo, neste tutorial não vamos abordar todos os protocolos , futuramente vamos falar sobre cada um deles;

TELNET, FTP, HTTP, HTTPS, HTTP-PROXY, SMB, SMBNT, MS-SQL, MYSQL, REXEC,
RSH, RLOGIN, CVS, SNMP, SMTP-AUTH, SOCKS5, VNC, POP3, IMAP, NNTP, PCNFS,
ICQ, SAP/R3, LDAP2, LDAP3, Postgres, Teamspeak, Cisco auth, Cisco enable,LDAP2, Cisco AAA


Neste tutorial vamos utilizar o THC-Hydra para descobrir senhas dos seguintes protocolos: pop3, FTP, Telnet e SMB, todos os ataques vão ser realizados em maquinas virtuais dentro da minha rede e todas as passwords vão ser previamente definidas no dicionário a utilizar;


Ip do Servidor : 192.168.10.5
Ip Local : 192.168.10.3
Utilizador: MrTcp
Email – MrTcp-teste[at]live.com.pt
Password - *****

Sintaxe:

 hydra [[[-l LOGIN|-L FILE] [-p PASS|-P FILE]] | [-C FILE]] [-e ns]
 [-o FILE] [-t TASKS] [-M FILE [-T TASKS]] [-w TIME] [-f] [-s PORT] [-S] [-vV]
 server service [OPT]

Options:
  -R        #Restaura uma sessão abortada;

  -S        #Conecta via SSL

  -s           porta    #Se o serviço estiver a correr numa porta diferente definir aqui

  -l           #Utilizador a utilizar;

 -L           #Ficheiro com varios utilizadores a utilizar;

 -p          #Password a utilizar;

-P           #Ficheiro ou dicionário de passwords a utilizar;

  -e ns     #Informação adicional o “n” verifica se existe passwords nulas e o “s” experimenta o nome do utilizador como password;

  -C ficheiro         #Ficheiro com utilizadores e passwords em coluna com o seguinte formato: "login:pass" e um por linha, é usado em vês das opções –Le –P;

  -M ficheiro       #Lista de servidores para ataques paralelos, um por linha;

  -o ficheiro         #Escreve utilizadores e passwords encontrados para um ficheiro em vez do stdout que imprime na tela;

  -f          #Desconecta depois de encontrar o primeiro utilizador/password;

  -t TASKS            #Executa as tarefas conforme o numero de ligações em paralelo, o padrão são 16;

  -w tempo         #Define o tempo maximo de espera em segundos para responder, o padrao é 30;  

  -v / -V                                 #Modo detalhado;

  Servidor            #IP ou DNS do servidor alvo, pode-se usar a opção –M em substituição desta;   

  Service               “Serviço ou protocolo a atacar, temos os seguintes disponíveis:

telnet,  ftp,  pop3[-ntlm],   imap[-ntlm], smb, smbnt, http[s]-{head|get} , http-{get|post}-form , http-proxy,  cisco ,  cisco-enable,  vnc,  ldap2,  ldap3,  mssql,  mysql,  oracle-listener,  postgres,  nntp,  socks5,    rexec,  rlogin,  pcnfs,  snmp,  rsh,  cvs,  svn,  icq,  sapr3,  ssh2,  smtp-auth[-ntlm] , pcanywhere,   teamspeak,  sip,  vmauthd …


Exemplos : 


-------------------------------------------------------------------------------------------------------

POP3

Neste exemplo vamos descobrir a password do email mrtcp-teste[at]live.com.pt usando o ataque de força bruta, este email é meu e foi criado previamente para este exemplo;
Sintaxe:

#hydra –S –v –l mrtcp-teste[at]live.com.pt–P /root/dic.dic pop3.live.com pop3

Definição:
-S    -> Conecta por ligação segura;
-v    -> Modo detalhe, permite verificar as passwords mais facilmente;
-l   -> Email a descobrir a password;
-P  -> Directorio onde se encontra o dicionário a utilizar;
Pop3.live.com   -> Dns do servidor POP3 da Hotmail;
Pop3  -> Protocolo a ser utilizado, neste caso é o POP3;


 ------------------------------------------------------------------------------------------------------

FTP

#hydra 192.168.220.128 ftp -l mrtcp -P /root/dic.txt -e ns -t 15 -f  

-------------------------------------------------------------------------------------------------------

TELNET

#hydra 192.168.220.128 telnet -l mrtcp -P /root/dic.txt -e ns -t 15 -f

-------------------------------------------------------------------------------------------------------

POP3

#hydra pop3.live.com pop3 -S -p 995 -l mrtcp@live.com..pt -P /pentest/passwords/wordlists/bt4-password.txt -e ns -t 15 -f -v

-------------------------------------------------------------------------------------------------------


Brevemente mais protocolos

20/02/11

Guia de Instalação UBUNTU

Instalação Ubuntu




Começamos
por inserir o Cd do Ubuntu na nossa drive. Damos um Boot pelo Cd e aparece a
imagem seguinte:







Depois clicamos F2 e escolhemos a linguagem de
instalação no nosso caso Português e clicamos Enter






Agora escolhemos Iniciar o Ubuntu





O Ubuntu começa a Iniciar…











Agora já temos o LiveCd a Correr vamos instalar o Ubuntu. No
canto superior esquerdo esta um ícone para [b]instalar[/b],
clicamos duas vezes sobre ele:



Escolhemos a nossa língua e clicamos Avançar


Escolhemos a nossa Localização e clicamos Avançar






Agora escolhemos o nosso tipo de Teclado e clicamos em Avançar








Agora vamos particionar o Disco





Escolhemos utilizar o Disco inteiro e clicamos em Avançar.


Agora e espera ate que a instalação acabe.

Como Funciona o Registo do Windows

O registo (registry) é uma base de dados hierárquica que contêm virtualmente todas as informações sobre a configuração do teu computador. Na versão anterior do Windows, estas configurações encontravam-se em ficheiros como o config.sys, autoexec.bat, win.ini, system.ini, control.ini e por ai adiante. Por esta explicação já podes compreender como é importante o registo. A estrutura do registo é similar à estrutura dos ficheiros. ini, mas vai além do conceito dos ficheiros .ini porque oferece uma estrutura hierárquica, similar às pastas e ficheiros do disco rígido. De facto, o procedimento usado de forma a chegar aos elementos do registo é similar à forma de chegar as pastas e ficheiros. Nesta secção examinarei unicamente o registo Win95\98 embora o do NT seja bastante similar.

O EDITOR DO REGISTRO (REGEDIT.EXE)
O editor do registo é uma utilidade que dá pelo nome de arquivo “regedit.exe” que te permite ver, procurar, modificar e guardar a base de dados do registo do Windows. O editor do registo não te deixa só validar os valores que escreveres : permite qualquer operação. Assim terás que prestar muita atenção, porque nenhuma mensagem de erro te será mostrada se fizeres asneira ou se deres uma operação errada ao registo.
Para lançar o editor do registo digita simplesmente RegEdit.exe (no WinNT digita RegEdt32.exe com privilégios de administrador). O editor do registo é dividido em duas secções no lado esquerdo tens a estrutura hierárquica da base de dados (a janela parece a do Windows Explorer) no lado direito tens os valores.

O registo é organizado em chaves (keys) e subchaves (subkeys). Cada chave contem uma entrada de valor, cada uma tem um nome, um tipo ou uma classe e o seu próprio valor. O nome é um enlace que identifica o valor com a chave. O comprimento e o formato do valor são dependentes do tipo de dados.

Como podes ver com o editor de registo, o registo é dividido em cinco chaves principais: não há nenhuma maneira de adicionar ou apagar chaves a este nível. Só duas destas chaves são guardadas eficazmente no disco rígido : HKEY_LOCAL_MACHINE e HKEY_USERS. As outras são unicamente filiais/ramificações das chaves principais ou são criadas dinamicamente pelo Windows.

HKEY_LOCAL_MACHINE
Esta chave contem todo e qualquer hardware, aplicações e informação dos serviços. As informações de vários componentes de hardware são actualizadas automaticamente quando o computador faz a boot ( acção de desligar e voltar a ligar o computador ). Os dados armazenados nesta chave são compartilhados por todos os Utilizadores. Esta chave tem muitas subchaves:

Config
contem dados de configuração para configurações de outros tipos de Hardware.

Enum
São os dados dos dispositivos. Para cada dispositivo no teu computador, podes encontrar a informação tal como o tipo de dispositivo, o fabricante do Hardware, os drivers do dispositivo e a configuração.

Hardware
esta chave contem uma lista das portas de série, dos processadores e de processadores de ponto flutuante.


Network
Contem a informação da rede.

Security
Mostra a informação da segurança da rede.

Softwares
Esta chave contem dados sobre o software instalado.

System
Contém os dados que verificam quais os drivers dos dispositivos que são usados pelo Windows e como estes são configurados.

HKEY_CLASSES_ROOT
Esta chave é um pseudonimo da ramificação HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Classes e contem as informações dos OLE, do sistema de pegar e arrastar (drag’n’drop), dos atalhos e da associação de ficheiros.

HKEY_CURRENT_CONFIG
Esta chave é também pseudonimo. Contem uma cópia da ramificação HKEY_LOCAL_MACHINE\Config, com a configuração actual do computador.

HKEY_DYN_DATA
Algumas informações guardadas no registo mudam com frequência, deste modo o Windows mantém parte do registo na memória em vez de o guardar no disco rígido. Por exemplo, armazena a informação de PnP e o desempenho de computador. Esta chave tem duas subchaves :

Config Manager (Gestor da Configuração)
Esta chave contem todos os códigos do problema de informação do Hardware, e ainda os seus estatutos. Há também a subchave HKEY_LOCAL_MACHINE\Enum, mas escrito de uma maneira diferente.

PerfStats
Contem dados do desempenho sobre o sistema e a rede.

HKEY_USERS
Esta importante chave contem a subchave .Default e uma outra chave para cada usuário que tiver acesso ao computador. Se houver apenas um usuário, so existe a chave .Default. Cada subchave mantem as preferências de cada usuário, como as cores do desktop, das fontes usadas e também das definições de muitos dos programas. Se abrires uma subchave de um usuário encontrarás cinco subchaves importantes:

AppEvent (Eventos de Aplicações)
Contem o caminho (path) dos ficheiros audio que o Windows toca/usa quando acontecem alguns eventos.

Control Panel (Painel de Controle)
Aqui encontram-se as configurações definidos no painel de controle. Costumavam estar guardados nos ficheiros win.ini e control.ini.

Keyboard Layouts (disposições do teclado)
Contem uma voz que identifica a verdadeira disposição do teclado como é ajustada no painel de controle.

Network (Rede)
Esta chave guarda subchaves que descrevem atalhos actuais e recentes da rede.

RemoteAccess (Acesso Remoto)
As definições do acesso remoto encontram-se guardadas aqui.

Software
Contem todas as definições do software. Estes dados eram armazenados no ficheiro win.ini e em ficheiros confidenciais do .ini.


HKEY_CURRENT_USER
é um pseudonimo do actual usuário de HKEY_USERS. Se o teu computador não estiver configurarado no modo de multiusuários, este indica para a subchave .Default do HKEY_USERS.

Descrição do ficheiro .reg
Aqui assumo que já tenhas um ficheiro .reg no teu disco rígido e que queiras saber mais sobre como este está estructurado.ATENÇÃO : não faças duplo-click sobre o ficheiro .reg ou o que quer que este ficheiro contenha lá dentro será adicionado ao registo, se o fizeres e se tal acontecer, tambem, surge logo a mensagem de atenção por parte do computador.
Agora, se queres ver as propriedades do ficheiro .reg abre-o no Notepad.
Para faze-lo abre primeiro o notepad indo ao Start>Programs>Accessories>Notepad. Uma vez aí vai a Ficheiro (File) abre o menu e clicka em abrir (open) e abre o ficheiro .reg.
O que diferencia os ficheiros .reg de outros ficheiros é a palavra REGEDIT4. É a primeira palavra de todos os ficheiros .reg. Se esta palavra não estiver lá então o editor do registo não pode reconhecer o ficheiro como sendo um ficheiro .reg.
Em seguida surge então a declaração chave que tem que ser feita dentro dos suportes quadrados e com o caminho inteiro (full path).Se a chave não existe, ela será então criada. Depois da declaração chave verás uma lista de valores que têm que ser ajustados na chave particular dos valores do registo.
O valor parecer-se-á com algo assim: "value name"=type:value (“nome do valor”=tipo:valor)
O value name (nome do valor) está entre aspas. O type (tipo) pode estar ausente de valores string (de enlace), dword: para valores dword e hex: para valores binarios e para todos os outros valores que tenhas de usar o código hex(#):, onde # indica o código API do tipo.

Nota Importante : enlace expandido tem o código API = 2 e o enlace estendido tem o código API = 7

Como podes ver, os enlaces estão entre aspas , dword é hexadecimal e binary (binário) é uma sequência de pares hexadecimais do byte, com uma vírgula entre cada. Se quiseres adicionar uma barra traseira num enlace lembra-te sempre de repeti-la duas vezes, para que o valor "c:\Windows" seja "c:\\Windows". Antes de escrever um ficheiro novo do .reg certifica-te de fazer isto ou receberás uma mensagem de erro.


Argumentos da linha de comando do Registry:
FILENAME.REG para fundir um ficheiro .reg com o registo.

/L:SYSTEM para especificar a posição de SYSTEM.DAT

/R:USER para especificar a posição de USER.DAT

/e FILENAME.REG [ CHAVE ] para exportar o registo para um ficheiro.
Se a chave for especificada, a filial/ramo inteira será exportada.

/c FILENAME.REG para substituir o registo inteiro por um ficheiro .reg.

/s para funcionar silenciosamente, sem informação ou avisos e alertas.

Gerir Partiçoes Server 2008

Tutorial sobre como criar partições no disco rígido no Windows Server 2008

1 Passo
Vá até o menu iniciar e clique com o botão direito em cima de computador, em seguida escolha Gerir.

2 Passo
Em  gestor do computador, clique em  gestor de disco

3 Passo
Clique com o botão direito em cima do disco que quer particionar, escolha a opção diminuir volume

4 Passo
Na tela que irá se abrir, digite o valor de sua partição em MB, no campo espaço a diminuir.

5 Passo
Note que após a confirmação da tela anterior, o Windows divide o seu disco e mostra um espaço no disco não alocado. Agora vamos criar logicamente a partição.

6 Passo
Clique com o botão direito em cima do espaço não alocado, e escolha novo volume simples

7 Passo
Clique em avançar

8 Passo
Se for usar todo espaço disponível é só clicar em avançar

9 Passo
Marque “Atribuir a seguinte letra a unidade” ou se preferir marque a opção que mais interessar

10 Passo
Escolha o Sistema de arquivo (NTFS) e o tamanho da unidade de alocação padrão, coloque o nome de sua nova partição, se estiver com pressa, marque executar uma formatação rápida, ainda nesta tela é possível também, activar a compactação de arquivos e pastas

11 Passo
Clique em concluir

12 Passo
Pronto, no gestor de computadores irá aparecer a sua nova partição, pronta para usar.


Autor : MrTcp

19/02/11

Instalar Servidor de Ficheiros no Server 2008

Para instalarmos um servidor de ficheiros no Windows Server 2008 necessitamos de instalar uma role nova com o nome File Service, para isso vamos a Start / Administrive Tools / Server Manager dentro  do server manager clica mos em Add New Role. Depois escolhemos  a role pretendida neste caso File Service.





Na imagem seguinte escolhemos a opçao File Server Resource Manage.

O Gestor de Recursos de Servidor de Arquivos é um conjunto de ferramentas que permite aos administradores compreender, controlar e gerir a quantidade e o tipo de dados armazenados nos seus servidores.


Em seguida escolhemos o disco rígido que vamos trabalhar e clicamos em opções.





Dentro do menu opções vamos seleccionar a opção File Screen Audit Report, com  esta opção vamos gerar relatórios da actividade do servidor.



Depois escolhemos o caminho para guardar os relatórios gerados e ainda pudemos definir um email para receber os relatórios.




Depois de tudo configurado clicar no botão instalar.


Neste momento temos o nosso servidor de ficheiros instalado pronto a ser feita a primeiro configuração inicial. 
No próximo artigo vou demonstrar como fazer uma configuração básico de uma servidor de ficheiros.

18/02/11

Activar Serviços Wireless no Windows Server2008


 Para pudermos utilizar uma rede wireless no novo windows server 2008 precisamos activar uma feature nova, para isso vamos a Start / Administrive Tools / Server Manager...





 Depois movemos a scroll bar ate ao fundo e selecciona mos Wireless lan Service...




 Depois de seleccionar a opção Wireless Service clica-se em seguinte




 Se o serviço do wireless foi instalado com êxito clicamos em close..




Agora ja pudemos usar uma placa wireless no nosso server 2008.



Autor : MrTcp

12/01/11

Ubuntu - Configuração de Virtual Hosts sem DNS

Neste manual vou exemplificar como alojar 2 sites num servidor com o Apache, o sistema operativo usado foi o Ubuntu 10.4 com o Apache 1.3.42.

Inicialmente temos de editar dois ficheiros o /etc/hosts e o /etc/apache2/http.conf

Ao ficheiro /etc/hosts adicionamos as seguintes linhas:





127.0.0.1    mrtcp   www.mrtcp.local   mrtcp
127.0.0.1    reversesecurity   www.reversesecurity.local     reversesecurity


Ao ficheiro /etc/apache2/http.conf adicionamos o seguinte conteúdo:


NameVirtualHost *

 
    ServerName localhost
    DocumentRoot /var/www/http
DirectoryIndex /index.html
 


 
    ServerName www.mrtcp.local
    DocumentRoot /var/www/http /mrtcp
DirectoryIndex /index.html
 


 
    ServerName www.reversesecurity.local
    DocumentRoot /var/www/http /reversesecurity
DirectoryIndex /index.html
 


Depois de criar os arquivos é necessário a criar uma pasta para cada site dentro do directório /var/www, podemos usar os seguintes comandos;

#mkdir /var/www/mrtcp
#mkdir /var/www/reversesecurity




Depois dos directórios onde vamos alojar os nossos sites a serem criados, deve mos criar um ficheiro de configuração para cada site dentro do directório /etc/apache2/sites-available :

#nano /etc/apache2/sites-available/mrtcp


ServerAdmin mrtcp@mrtcp.local
ServerName www.mrtcp.local
ServerAlias mrtcp.local www.mrtcp.local
DocumentRoot /var/www/mrtcp



#nano /etc/apache2/sites-available/reversesecurity


ServerAdmin reversesecurity@reversesecurity.local
ServerName www.reversesecurity.local
ServerAlias mrtcp.com www.reversesecurity.local
DocumentRoot /var/www/reversesecurity


#Ctrl + O  -  Para guardar o ficheiro;


-------------------------------------------------

ServerAdmin – Email do administrador;
ServerName – Dominio do site;
ServerAlias – Apelido para o domínio, neste caso é permitido aceder ao site mrtcp.com ;
DocumenRoot – Directório do site;

------------------------------------------------


Depois de termos ambos os ficheiros criados devemos criar os links para eles no directório /etc/apache2/sites-enabled , para isso utilizamos o comando :

#a2ensite mrtcp
#a2ensite reversesecurity

No final digitar o seguinte comando para reiniciar o servidor:

# /etc/init.d/apache2 reload





Autor: MrTcp

10/01/11

Instalação básica do Gentoo (Linux)

Gentoo é baseado em código fonte e o Portage (aplicação escrita em Python) possibilita a instalação do software que desejamos de forma personalizada e usando somente o que é realmente necessário, de forma a não ter aplicações que não se precisa.

Existe distribições Baseadas em Gentoo com um instalador gráfico, ou até mesmo um DVD da Gentoo disponibilizado no site, que permite uma instalação simples.

Mas simples não significa que seja perfeita.

O Gentoo quanto a mim, é uma distribuição dedicada à performance, isto porque pode ser personalizada em detalhe e todo o código é compilado de acordo com as FLAGS do CPU.

Se tiverem um PC que tem arranque de USB, usem uma USB para iniciar o processo de instalação do CD minimal.ISO, ou então gravem num CD. Ir à BIOS e meter para arrancar a partir do periférico escolhido e no arranque do Gentoo bater a tecla Enter.


Logo no arranque existe uma primeira pergunta (Qual o Layout do Teclado?) > 29 - PT

Depois de respondido o sistema inicia pela primeira vez.

Há algumas coisas que se deve ter em conta.


1. Ou vamos usar o disco todo, ou alguma partição que já definimos.

2. Tempo. A instalação demora algum tempo. Dependendo da máquina pode demorar desde dias a horas...

3. Há certas placas wireless que no tempo de boot não são reconhecidas, e mesmo sendo, a encriptação que usa é WEP.


Como tal aconselho a usarem uma ligação por cabo.

Então começamos pelo simples ifconfig eth0 e caso não tenhamos um IP "net-setup eth0".

ping google.com para termos a certeza que há ligação à internet.


Vou supor que queremos usar o disco todo e o disco está vazio / sem partições.


1. Definir partições a usar.

fdisk /dev/ (hda) caso o disco seja IDE, (sda) caso o disco ou a board suporte SATA.

Ou usar o comando cfdisk. Que é um aplicativo "gráfico" em modo consola.

a) Uma partição Swap de 512MB

b) Uma partição root (/)

Nota: Normalmente usa-se uma única partição para root (/) para utilizadores menos experientes.

Depois de fazer essas modificações e grava-las, deve-se então formatar essas partições no formato aconselhado.

/dev/sda1 512MB

/dev/sda2 boot / 20.000MB

mkswap /dev/sda1 - Formatar a partição no formato swap

swapon /dev/sda1 - Activar a partição swap

mkfs.ext3 /dev/sda2 - Formatar a partição principal em Ext3


2. Mountar a partição /dev/sda2 em /mnt/gentoo.

mount -t ext3 /dev/sda2 /mnt/gentoo


3. Ir para o directório /mnt/gentoo

cd /mnt/gentoo


4. Abrir o browser Links e ir ao site pricipal do Gentoo e sacar os pacotes principais de instalação.

links www.gentoo.org/main/en/mirrors.xml

Usar as teclas (cima, esquerda, direita, baixo) para saltar de links, usar (PageUp e PageDown) para subir e descer uma página e usar (Insert e o Delete) para descer ou subir linha a linha.


5. Fazer o download do Stage3 (ultima actualização) e do portage (última actualização)


6. Fazer o download também dos ficheiros *.md5 de cada ficheiro.


7. Certificar que esses ficheiros não foram modificados.

cat portage.md5 && md5sum portage-*.bz2

cat stage3.md5 && md5sim stage3-*.bz2

A sequência alpha numérica de cada ficheiro deve ser igual.


8. Descompactar os ficheiros da seguinte forma.

tar xfvjp stage3*.bz2 . - Incluir o (.) final

tar xfvj portage*.bz2 -C /mnt/gentoo/usr/


9. Copiar o ficheiro com as definições de rede para a nova partição.

cp -L /etc/resolv.conf /mnt/gentoo/etc/resolv.conf


10. Mountar o necessário e fazer chroot para a nova partição.

mount -t proc none /mnt/gentoo/proc

mount -o bind /dev /mnt/gentoo/dev

chroot /mnt/gentoo /bin/bash


11. Actualizar o sistema e actualizar o Portage.

env-update

source /etc/profile

emerge --sync


12. Configurar os ficheiros de configuração em /etc/conf.d/ e alguns em /etc/*

nano -w /etc/conf.d/keymap, /etc/conf.d/clock, /etc/conf.d/hostname, /etc/conf.d/net, /etc/conf.d/rc, /etc/hosts,

/etc/localtime, /etc/timezone and /etc/locale.gen. Para Salvar ctrl+O < Letra O de Oscar, e ctrl+x para sair.


13. Agora falta ainda planificar que sistema queromos usar de futuro e configurar o ficheiro make.conf situado em

/etc/. Esse ficheiro é o responsável pelas configurações e do nosso sistema.

Supondo que não queremos usar ambiente gráfico:

Só temos de fazer alguns acrescentimos.

a. Antes de mais en CFLAGS="O2 -march=native"

b. Não mudar CXXFLAGS ou o CHOST

c. MAKEOPTS="-j2" - caso usemos um CPU com um único CORE.

d. USE="-X -kde -gnome -qt4 -qt3support -gtk -xfce"

e. AUTOCLEAN="yes"

f. ACCEPT_KEYWORLDS="x86" < para sistemas 32bits e amd64 para sistemas 64 bits.

g. ACEEPT_LICENSE="*"

h. INPUT_DEVICES="evdev"

i. ALSA_CARDS="hda-intel" Por exemplo.


14. Instalação - processo de compilação - primeira parte.

Fazer: "emerge -e world" && env-update && source /etc/profile

Fazer: "emerge syslog-ng vixie-cron mlocate gentoo-sources grub libstdc++-v3"

Caso tiver um PC lento vai ao café rir-te um pouco com os amigos. ;)


15. Quando chegares ir para o directório do Kernel e compilar o kernel

cd /usr/src/linux


16. Activar o menu de configuração do kernel

make menuconfig

Nota: Desta vez não vou abordar como se configura o kernel, mas é bastante simples.


17. Depois de configurar fazer:

make prepare && make && make modules && make modules_install && make install


18. Editar o ficheiro menu.lst que está em /boot/grub/*

default 0

timeout 30

title Gentoo

root(hd0,1) neste caso é a partição 2 (sda2) que é identificada pelo root como (hd0,1) pois a primeira é (hd0,0)

kernel vmlinuz-X-x-x-gentoo-rX root=/dev/sda2


19. Instalar o grub no MBR do disco

grub-install --no-floppy /dev/sda


20. Editar o ficheiro /etc/fstab
#/dev/BOOT <>
/dev/ROOT <>
/dev/SWAP <>

21. Criar ficheiro /etc/mtab
cat /proc/mounts > /etc/mtab

22. Modificar a palavra-chave de root

passwd

Newpasswd:

repeat newpaswd:


21. Sair e reiniciar a máquina

exit && exit

umount /mnt/gentoo/proc

umount /mnt/gentoo/dev

umount /mnt/gentoo

reboot


Autor: Arumaniac

07/07/10

DnsMap


DnsMap v0.3




Dnsmap é uma ferramenta de linha de comando lançado originalmente em 2006, ajuda a descobrir subdomínios alvo e faixas de endereços IP durante os estágios iniciais de um pentest. dnsmap é uma ferramenta passiva descoberta(enumeration), normalmente usada antes de um ataque activo ao dominio. Com o dnsmap  pudemos obter varias informaçoes sobre o dominio escolhido, desde o endereço do WebMail ate ao endereço FTP de um dominio ou ate directorios partilhados inocentemente.

Autor : MrTcp
Sistema Operativo : BackTrack 4

Directório da Ferramenta:

/pentest/enumeration/dns/dnsmap

Sintaxe :

#dnsmap [options]

Options:

-w           
-r
-c
-d
-i (util quando ha falsos-positivos)


Exemplos :




Bruteforce do subdominio usando a wordlist do dnsmap:


# ./dnsmap reversesecurity.info





Bruteforce do subdominio usando uma wordlist nossa:


# ./dnsmap reversesecurity.info -w wordlist.txt





Bruteforce do subdominio usando a wordlist do dnsmap mas
 grava o resultado no directorio /tmp/:


# ./dnsmap targetdomain.foo -r /tmp/





Como nao foi adicionado um nome ao ficheiro criado o dnsmap 
por defeito atribui um nome com o dominio utilizado e a data:
 
#/tmp/dnsmap_targetdomain_foo_2009_12_15_234953.txt





Bruteforce de subdominio usando a wordlist do dnsmap 
, guarda os resultados no directorio /tmp/ e espera 3 milisegundos entre
 cada requisição:


# ./dnsmap targetdomain.foo -r /tmp/ -d 300
 
 
 
 
 
É recomendado utilizar o parametro –d (delay em milisegundos) 
no caso de o dnsmap interferer com a navegação comum online. 
 ( Consome muita largura de banda)





Bruteforce de subdominio com um delay de 0.8 segundos,
guarda os resultados num ficheiro regular e em um ficheiro no format CVS,
filtra os dois IP’s definidos e usa uma wordlist nossa:



# ./dnsmap targetdomain.foo -d 800 -r /tmp/ -c /tmp/ 
-i 122.155.206.154,122.155.24.100 -w ./wordlist_TLAs.txt





Para fazer um bruteforce a uma lista de dominios, pode-mos usar o script dnsmap-bulk.sh,
no exemplo usamos o ficheiro wordlist com o nome mrtcp-dominios.txt 
o resultado é guardado no directorio /tmp/resultados:


# ./dnsmap-bulk.sh mrtcp-dominios.txt /tmp/resultados/



Video Brevemente

20/06/10

Abrir Cadeado #1

Vídeo a exemplificar a abertura de um cadeado utilizando o jigler nr5.




Airodump-NG

Airodump-NG

  Airodump-ng 1.0 r1668 


  http://www.aircrack-ng.org

Tradução : MrTcp


 Sintaxe: airodump-ng [,,...]

  Opçoes:
      --ivs               : So captura IVs;
      --gpsd              : Usa GPSd
      --write         : Dump file prefix
      -w                  : Mesmo que:  --write
      --beacons           : Grava todos os beacons num ficheiro Dump;
      --update        : Mostra o Delay de Tempo em Segundos;
      --showack           : Imprime estatísticas ack/cts/rt;
      -h                  : Esconde estações conhecidas de  --showack;
      -f                    : Tempo em ms entre o salto de canais;
      --berlin           : Tempo antes de remover AP/cliente do visor quando nao houver mais pacotes recebidos (Padrão: 120 segundos);
                        
      -r           : Lê pacotes de um Ficheiro;
      -x          : Simulação active de scan;
      --output-format : Possíveis formatos de Saída: pcap, ivs, csv, gps, kismet, netxml

  Opções de Filtros:
      --encrypt   : Filtra AP’s por encriptação;
      --netmask : Filtra AP’s pela Mascara;
      --bssid     : Filtra Ap’s pelo BSSID;
      -a                  : Filtra clientes não associados;

  Por padrão o  airodump-ng opera nos canais da frequência 2.4Ghz.
  Pode-se capturar em outros canais específicos usando:    
 --channel   : Captura de canal especifico;
      --band         : Banda onde o Airodump-ng deve operar;
      -C      : Usa a frequência definida em Mhz;
      --cswitch  : Define método de selecção de Canal;
                    0     : FIFO (padrão)
                    1     : Round Robin
                    2     : Hop on last
      -s                  : Mesmo que :  --cswitch

      --help              : Mostra a Ajuda;

Crack Passwords Wpa/Wpa2

Crack Passwords Wpa/Wpa2 

 

Autor: MrTcp

Ferramentas: Airodump-ng, Airplay-ng,Aircrack-ng

Video : http://blip.tv/file/3429237/


Bem Vindos esta vídeo aula vamos ver como descobrir  uma password de uma rede wireless protegida por WPA2.
Para puder-mos descobrir uma senha wireless precisamos ter uma placa wireless que suporte injecção de pacotes, já existem varias a venda e só perguntar ao Google, placas compatíveis com Windows são mais difíceis de arranjar. Entretanto precisamos decidir que sistema operativo vamos usar eu pessoalmente prefiro Linux para estes serviços :-)
Vamos precisar de uma ferramenta chamada Aircrack-ng, esta ferramenta já vem instalada no Backtrack e com as drivers compiladas, se quiseres usar numa outra distribuição vais ter fazer o Download das drivers e respectivas Patches para a tua placa wireless, nesta vídeo aula não vamos ver como instalar e compilar as drivers, numa outra aula mais a frente talvez.
Para descobrir a password de uma rede wireless WPA2 temos de desautenticar o cliente do access point , para pudermos capturar os pacotes que contêm a password e depois a pudermos decifrar.

//Alterar o MacAddress da nossa placa wireless;

#ifconfig wlan0 down

#macchanger --mac 00:11:22:33:44:55 wlan0
//Colocar placa em modo monitor, depois de digitar-mos este comando vai ser criada uma outra interface no meu caso é a mon0

#airmon-ng start wlan0
//Verificar as redes wireless, verificar o canal em que a rede esta a operar e o bssid do AccessPoint para utilizar no airodump-ng
 
#airodump-ng mon0
//Depois de verificado o canal e o bssid usar o airodump-ng para capturar toda a informação para um ficheiro com o seguinte comando;
#airodump-ng -c 11 -w justtry --bssid 00:22:3F:D2:C6:AB mon0   

//Definiçoes : no -c colocamos o canal em que a rede esta a operar, no -w fica o nome do ficheiro que vamos gerar no --bssid colocamos o MacAddress do Access Point;

//Depois de estar tudo a ser capturado para o ficheiro temos de desautenticar o cliente do Access Point com o seguinte comando;

#aireplay-ng -0 20 -a 00:22:3F:D2:C6:AB -c 00:25:69:B5:27:F7 mon0
// Descrição : no parâmetro -0 e a opção do aireplay-ng para desautenticar os clientes dos AP's (Access Point's) o numero 20 é o numero de vezes que vai mandar as desautenticações, o -a colocamos o MacAddress do AP e no -c colocamos o MacAddress do Cliente, passado uns segundos temos o nosso HANDSHAKE, depois é só usar o aircrack-ng para crackar a password com o seguinte comando;
#aircrack-ng -w darkc0de.lst justtry_01.cap
//Descrição : no parametro -w utilizamos o caminho para o nosso dicionário no meu caso esta na raiz, depois colocamos o nome do ficheiro .pcap criado pelo airodump-ng
//Agora é só esperar ate a senha estar descoberta, lembre-se para que possam descobrir a password, ela tem de estar no vosso dicionário, senão nada feito. Existe técnicas como as Rainbow  Tables que permite-nos usar mais palavras por segundo do que este método aqui utilizado. Futuramente vou fazer uma vídeo aula de como criar Rainbow Tables para chaves wireless e outra de como as usar. Ate breve

THC-Hydra

THC-Hydra
http://freeworld.thc.org
12-05-2010
O THC-Hydra é uma ferramenta para ataques de força-bruta (brute-force) para vários protocolos de rede actualmente são suportados os protocolos listados em baixo, neste tutorial não vamos abordar todos os protocolos , futuramente vamos falar sobre cada um deles;
TELNET, FTP, HTTP, HTTPS, HTTP-PROXY, SMB, SMBNT, MS-SQL, MYSQL, REXEC,
          RSH, RLOGIN, CVS, SNMP, SMTP-AUTH, SOCKS5, VNC, POP3, IMAP, NNTP, PCNFS,
          ICQ, SAP/R3, LDAP2, LDAP3, Postgres, Teamspeak, Cisco auth, Cisco enable,
          LDAP2, Cisco AAA


Neste tutorial vamos utilizar o THC-Hydra para descobrir senhas dos seguintes protocolos: pop3, FTP, Telnet e SMB, todos os ataques vão ser realizados em maquinas virtuais dentro da minha rede e todas as passwords vão ser previamente definidas no dicionário a utilizar;
Ip do Servidor : 192.168.10.5
Ip Local : 192.168.10.3
Utilizador: MrTcp
Email – MrTcp-teste[at]live.com.pt
Password - *****

Sintaxe:

 hydra [[[-l LOGIN|-L FILE] [-p PASS|-P FILE]] | [-C FILE]] [-e ns]
 [-o FILE] [-t TASKS] [-M FILE [-T TASKS]] [-w TIME] [-f] [-s PORT] [-S] [-vV]
 server service [OPT]

Options:
  -R        #Restaura uma sessão abortada;
  -S        #Conecta via SSL
  -s porta              #Se o serviço estiver a correr numa porta diferente definir aqui
  -l           #Utilizador a utilizar;
 -L           #Ficheiro com varios utilizadores a utilizar;
 -p          #Password a utilizar;
-P           #Ficheiro ou dicionário de passwords a utilizar;
  -e ns     #Informação adicional o “n” verifica se existe passwords nulas e o “s” experimenta o nome do utilizador como password;
  -C ficheiro         #Ficheiro com utilizadores e passwords em coluna com o seguinte formato: "login:pass" e um por linha, é usado em vês das opções –Le –P;
  -M ficheiro       #Lista de servidores para ataques paralelos, um por linha;
  -o ficheiro         #Escreve utilizadores e passwords encontrados para um ficheiro em vez do stdout que imprime na tela;
  -f          #Desconecta depois de encontrar o primeiro utilizador/password;
  -t TASKS            #Executa as tarefas conforme o numero de ligações em paralelo, o padrão são 16;
  -w tempo         #Define o tempo maximo de espera em segundos para responder, o padrao é 30;  
  -v / -V                                 #Modo detalhado;
  Servidor            #IP ou DNS do servidor alvo, pode-se usar a opção –M em substituição desta;   
  Service               “Serviço ou protocolo a atacar, temos os seguintes disponíveis:
telnet,  ftp,  pop3[-ntlm],   imap[-ntlm], smb, smbnt, http[s]-{head|get} , http-{get|post}-form , http-proxy,  cisco ,  cisco-enable,  vnc,  ldap2,  ldap3,  mssql,  mysql,  oracle-listener,  postgres,  nntp,  socks5,    rexec,  rlogin,  pcnfs,  snmp,  rsh,  cvs,  svn,  icq,  sapr3,  ssh2,  smtp-auth[-ntlm] , pcanywhere,   teamspeak,  sip,  vmauthd …

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------





POP3
Neste exemplo vamos descobrir a password do email mrtcp-teste[at]live.com.pt usando o ataque de força bruta, este email é meu e foi criado previamente para este exemplo;
Sintaxe:
#hydra –S –v –l mrtcp-teste[at]live.com.pt–P /root/dic.dic pop3.live.com pop3
Definição:
-S    -> Conecta por ligação segura;
-v    -> Modo detalhe, permite verificar as passwords mais facilmente;
-l   -> Email a descobrir a password;
-P  -> Directorio onde se encontra o dicionário a utilizar;
Pop3.live.com   -> Dns do servidor POP3 da Hotmail;
Pop3  -> Protocolo a ser utilizado, neste caso é o POP3;


 -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

FTP

hydra 192.168.10.3 ftp -l mrtcp -P /root/dic.txt -e ns -t 15 -f -o /root/pass 

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

TELNET


-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
SMB



---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Vídeo

Referência Rápida - Linux/Unix (sh - bash)

alias - Define e exibe nomes alternativos de comados.
arch ou archdetect - Exibe a arquitectura da máquina.
awk - Linguagem de verificação e processamento de padrões.
bash - Bourne Again Shell
bg - Move um processo para o background.
biff - Avisa quando recebe nome email.
cat - Mostra o conteúdo de um ficheiro de uma só vez.
cd - Muda de directório
chage - Altera informações do utilizador.
cfdisk - Aplicação para gestão de partições.
chgrp - Altera propriedades de grupo.
chmod - Altera propriedades de arquivo (rwx)
chroot - Muda o directório Raiz (eg. chroot /mnt/distro1 /bin/bash)
chsh - Altera a shell do logon.
clear - Limpa a tela (consola)
cp - Copia ficheiros ou pastas.
crontab - Mostra e define tarefas agendadas.
csh - Shell cd C.
cut - Usado para eliminar informação desnecessária de um ficheiro de texto.
date - Imprime e altera a data e hora do sistema.
dd - Copia ficheiros, formata discos rigidos, copia cd/dvd's, etc...
df - Mostra o espaço utilizado em disco.
diff - Compara dois ou mais ficheiros mostrando as diferenças.
dig - Utilitário de pesquisa do DNS.
dmesg - Mostra mensagens de sistema.
dnsdomainname - Mostra o DNS do sistema.
domainname - Mostra o NIS ou YP do sistema.
du - Mostra o espaço ocupado pelos ficheiros.
echo - Exibe uma mensagem.
fg - Move processo que está no background para primeiro plano.
file - Determina o tipo de arquivo. (text, ANSI, etc...)
find - Procura ficheiros (find /home/user/ -iname doc)
free - Exibe a quantidade de memoria usada e livre.
ftp - Cliente de ftp
fuser - Identificação de processos usando sockets e/ou espaço em disco
gcc - Compilador de C e C++
grep - Exibe linhas corepondetes a um padrão.
groupadd - Adiciona um grupo.
groupdel - Elimina um grupo.
groupmod - Modifica um grupo.
groups - imprme todos os grupos relativos ao utilizador.
id - Exibe ID do utilizador.
jed - Editor de texto com menus.
ifconfig - Configuração de interfaces de rede.
kill - Mata um processo.
lastlog - Mostra os ultimos utilizadores conectados detalhadamente.
ln - Cria um link.
lsof - Mostra todos os arquivos/processos/sockets abertos no momento.
man - Manual técnico. (eg. man mkdir)
mkdir - Cria um ou mais directorios. (eg. mkdir -p /ola/Como/Estas/.tu)
more - Mostra o conteudo de um ficheiro página por página.
mount - Monta/habilita a leitura ou escrita de uma partição ou ficheiro de sistema.
mv - Move ficheiros ou pastas.
nano - Editor de texto simples.
netstat - Exibe todas as ligações TCP/IP
nice - Executa um programa com agendamento e prioridade modificados.
nslookup - Consulta DNS
passwd - Modifica a palavra-chave do utilizador.
ping - Envia ICMP ECHO_REQUEST para um PC.
ps - Exibe todos os processos activos.
pwd - Exibe a localização da pasta que estamos.
quota - Exibe limites de utilização de disco.
quotaoff - Desactiva quotas.
quotaon - Activa quotas.
rm - Remove ficheiros ou pastas.
route - Define e/ou manipula as rotas da maquina.
rpcinfo - Reporta informações RPC do sistema
sed - Stream Editor
setquota - Define quotas do disco.
sleep - Atrasa por um periodo determinado (usado para programação de shell script)
sort - Imprime ordenadamente por ordem alfabetica/numerica.
strace - Rastreia sinais de sistema.
su - Altera para Super-Utilizador (root)
tail - imprime as ultimas linhas de um ficheiro
tar - Descompacta e compacta ficheiros (tar, gz, bz2, etc...)
umount - desmonta um ficheiro de sistema. (NTFS, fat32, ISO, etc..)
uname - Mostra informações de sistema e distribuição
useradd - Adiciona um utilizador.
userdel - Apaga um utilizador.
uptime - Mostra à quanto tempo o sistema está ligado.
vi - Editor de texto.
w - Mostra todos os utilizadores que estão ligados.
wall - Envia mensagem para todos os utilizadores ligados.
wc - Faz a contagem de palavras de um ficheiro de texto.
which - Mostra o caminho completo dos ficheiros/aplicações que procuramos.
whoami - diz-nos quem somos (whoami - root)

19/06/10

Referência Rápida - MS DOS

 Comandos de rede do sistema MS-Windows

NB: Para mais informações de como se usa cada comando deve-se acrescentar o sufixo /?. eg. net /?

at - Agenda comandos para serem executados numa hora especifica.
finger - Mostra informações de um sistema que está a usar esse serviço.
hostname - Mostra o nome da estação de trabalho.
nbstat - Mostra as informações NetBIOS do sistema.
net continue - Reinicia um serviço que estava em pause.
net file - Lista de ficheiros abertos que estão partilhados.
net group - Adiciona, exibe ou modifica grupos globais no domínio.
net help - Ajuda do comando net.
net helpmsg - Mostra mensagens de erro/aviso/alertas do Windows.
net localgroup - Para manipular grupos locais.
net name - Exibe/adiciona/exclui nomes de um PC
net pause - Suspende um recurso ou serviço do Windows.
net send - Envia mensagens para outros computadores na rede.
net session - Lista ou desconecta sessões abertas.
net share - Exibe/adiciona/exclui recursos partilhados no computador.
net start - Inicia serviços e também lista.
net stop - Para serviços.
net time - Sincroniza a hora e a data dum computador.
net use - Conecta ou desconecta um computador a um recurso partilhado.
net user - Exibe/adiciona/exclui/modifica contas de utilizadores num PC.
net view - Mostra uma lista de recursos ou computadores partilhados na rede.
netstat - Exibe o estado actual das ligações TCP/IP.
nslookup - Fornece a conversão de nomes DNS.
pathping - Combina recursos tracert e ping para fornecer informações de rota e rastreio.
rasdial - Conecta a um servidor remoto.
rcp - Copia ficheiros de um computador para outro.
reg - Exibe/adiciona chaves no computador local.
rexec - Executa comandos numa máquina remota que está a usar o serviço rexec
rsh - Executa comandos numa maquina remota que está a usar o serviço rsh.
runas - Executa comandos com previlégios especificos.
start - inicia uma janela separada para executar um programa ou serviço.
tftp - Transfere ficheiros remotos duma maquina que esteja a usar o serviço lftp.

MS-DOS

Append - Semelhante ao Path: permite que programas abram ficheiros noutros directórios.
arp - Exibe/modifica tabelas de IP para MAC
attrib - Modifica propriedades de ficheiros.
cd - Muda de directório.
chkdsk - Utilitário usado para a verificação de erros no Disco.
cls - Limpa a tela.
copy - Copia ficheiros de um lugar para outro.
date - Exibe a data do sistema.
del - Apaga um ou mais ficheiros permanentemente.
dir - Lista os directórios ou ficheiros de uma pasta.
doskey - Utilitário do histórico dos comandos.
edit - Inicia e um programa de edição de texto.
exit - Sai da consola ou termina um serviço que está em execução.
expand - Expande ficheiros compactados no Windows.
fc - Compara dois ficheiros.
fdisk - Cria e apaga partições dum disco rígido.
find - Procura texto num ficheiro de texto. Case-Sensitive.
format - Apaga todo o conteúdo de um disco rígido.
ftp - Transferência de dados através do protocolo FTP.
help - Lista de comandos do DOS ou informação adicional de como se usa um comando.
md - Cria uma pasta.
more - Lista página a página um ficheiros de texto.
move - Move ficheiros ou pastas.
ping - Verifica a conectividade.
print - Imprime ficheiro.
rd - apaga directório.
ren - Muda de nome 1 ou mais ficheiros.
route - Exibe/adiciona/apaga rotas.
sort - organiza lista de ficheiros por ordem alfabética/numérica ou inversamente.
tracert - Exibe a rota de rede de um computador.
tree
- Exibe a estrutura de pasta de um disco rígido.
type - Mostra o conteúdo de um ou mais ficheiros.
ver - Versão do Windows
xcopy - Copia arquivos e árvores de directórios.

16/06/10

Metodologia da Penetração de sistemas