Ele é projectado para ser um confiável "back-end" ferramenta que pode ser usada directamente ou facilmente conduzida por outros programas ou scripts. Ao mesmo tempo, é um depurador de rede rico em recursos e ferramentas de exploração, uma vez que pode criar praticamente qualquer tipo de ligação necessária e tem várias capacidades interessantes embutidas.
-c [comandos shell] – Especifica comandos a serem executados após ligação, os comandos para serem executados são enviados por /bin/sh.
-e [ficheiro] – Específica um ficheiro a executar após a ligação;
-b : Permite BroadCast
-g [gateway]- Gateway’s de serviço, acima de 8;
-G [numero]: Numero de gateway’s de serviço: 4, 8, 12, …
-h : Mostra ajuda;
-i [segundos] – Intervalo de tempo para enviar comandos ou fazer um scan;
-k : Mantém a shell aberta em caso de a ligação falhar;
-l : Modo de escuta, com este parâmetro o NetCat fica a espera de ligações de qualquer endereço;
-n : Só usa números IP, não utiliza servidores DNS;
-o [ficheiro] : Envia tráfego de rede para o ficheiro;
-p [porta] : Específica a porta a usar;
-r : Escolhe portas locais ou remotas aleatórias;
-q [segundos]: Cancela ligação após os segundos definidos se não houver tráfego na ligação;
-s [endereço] : Endereço local;
-T [TOS] : Time of Service – Duração da Ligação;
-t : Negocia ligações TelNet;
-u : Modo UDP;
-v : Modo detalhado, usar –vv para mais detalhes;
-w [segundos] : Tempo para a ligação;
-z : Modo E/S , usado para scan’s, envia os pacotes mas não aguarda ligação;
Exemplos Netcat:


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Anónimo
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